Avançar para o conteúdo principal

Grizzly bear na Dança do Som

Link da imagem

Seis anos de trabalho para os Grizzly Bear e “Two weeks” para os aplausos do grande público. Eles vieram para ficar, garante o mais recente trabalho do grupo, “Vechatimest”…. e nós também. Aprovado!


Texto de Ana Luísa Silva

São conhecidos como a nova “cena” Indie de Nova Iorque. Contam com seis anos no “BI” e dois álbuns na bagagem. Todos os elementos têm bases musicais e se no início a banda se iria resumir a um elemento, o destino deu a volta e juntaram-se mais três. Assim nasceram os Grizzly Bear.

A chegada desta banda à consciência musical da pop foi como que uma surpresa, pois ocorreu não entre álbuns (como seria de esperar) mas sim entre LPs e aberturas de espectáculos a bandas como TV On The Radio (em 2006), Feist (em 2007) e Radiohead (2008).

Foi nesse mesmo ano, o de 2008 que tocaram com Paul Simon e foram presença em talk-shows americanos como Letterman, Conan e Craig Ferguson.

Tal como “Yellow House” o primeiro álbum da banda, também “Vechatimest” (lançado no ano passado) está a ajudar os Grizzly Bear a darem um salto nas suas carreiras. Considerado o álbum mais glorioso do grupo este é o ideal para quem gosta de pequenos detalhes melódicos.

Aquando do lançamento de “Vechatimest” não eram só os Bear que estavam bastante felizes com o acontecimento. A imprensa, audiência e críticos ficaram bastante surpresos com a sinfonia.

Confira: 

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Slimmy

Não faço as coisas para chocar”
Chama-se “Be someone else” o novo álbum de Slimmy. O músico garante que está mais maduro , mas que persegue com o trabalho a que estamos habituados. “Não faço as coisas para chocar”, avisa em entrevista ao jornal Metro.
Slimmy apareceu há dois anos no panorama musical português ,mas já deixou marcas, não só a nível musical (a sua música chegou a series de televisão como o CSI), mas também pela indumentária. Agora temos  “Be someone else” para continuar a história. 
O álbum “reflecte o amadurecimento, uma maior estabilidade a nível mental. Embora mantenha a minha irreverência”, explicou o músico ao jornal Metro. Slimmy garante, contudo, que o que importa é “fazer músicas que as pesssoas possam cantar e letras que as pessoas possam entender. Não faço as coisas para chocar”, garante.
As músicas reflectem experiências do dia a dia de Slimmy. “Há uma balada , “I can´t live without you in this town”, que é dedicada a uma rapariga do Texas que conheci em 2004,…

Go Graal Blues Band no "Luso Vintage"

Hoje em dia fazer música na língua de Shakespeare é tarefa fácil, mas o mesmo não acontecia em 1975, quando Portugal enquanto democracia acabava de nascer, quando ainda vigoravam valores nacionais como os três grandes F’s (Fado, Fútebol, Fátima).

Texto de Patrícia Rodrigues
Foi neste cenário marcado pelo obscurantismo cultural e desconfiança do estranho que surgiram os “Go Graal Blues Band”. O grupo marcou pela musicalidade contagiante e uma alegria e optimismo próprios da cultura americana, que se definia cada vez mais como um estilo próprio de vida.
E foi assim que, após um nascimento atribulado, um grupo de rapazes na casa dos vinte decidiu reunir-se para tocar e cantar Blues, sendo eles: Paulo Gonzo (voz e harmónica), João Allain (guitarra solo), Raúl Barrigas dos Anjos (bateria), Augusto Mayer (harmónica), António Ferro (baixo), João Esteves (guitarra) e José Carlos Cordeiro (voz principal).
Apesar do curto percurso de oito anos e várias mudanças no seu line-up, a banda…

Temos uma nova casa...Visitem-nos!

São quase 8 anos desta vida sonora. E ainda bem.
Em honra ao primeiro nome deste media, o eterno Som à Letra, criarei uma rubrica, na Scratch Magazine.

Por enquanto estamos a reunir arquivo mas contamos convosco. No âmbito da tese de mestrado vão ser analisados os anos I e II da publicação , que podem ser encontrados neste blogue e em cibersomaletra.blogspot.pt.

Para continuar a seguir a nossa "história" basta seguir o seguinte link:

scratchmag.org