Avançar para o conteúdo principal

Deolinda no Inovaluso

Música com "dois selos e um carimbo"


Link da imagem

No Inovaluso desta semana temos correio garantido com "Dois selos e um carimbo". O som e a letra são garantidos pelos Deolinda , grupo cuja fusão do fado com atitude e performance vincadas no século XXI lhes confere um lugar cativo no panorama musical em língua de Camões, e não só...


Texto de Gabriela Chagas


Dois Selos e um Carimbo está a ser um sucesso internacional , mas há muito que os Deolinda fazem história no panorama musical, encantando com músicas inspiradas pelo fado e pelas suas origens tradicionais.

Já com vinte mil exemplares vendidos, o  novo  álbum , "Dois selos e um carimbo",  que em Portugal entrou directamente para número um do top de vendas,  foi eleito pelo jornal britânico Sunday Times um dos melhores de 2010 na categoria de world music/jazz, um foco quase que esperado. No ano passado tinha feito parte da lista com o primeiro disco da banda “Canção ao lado”.

Este é apenas um dos exemplos de reconhecimento internacional do trabalho desta banda portuguesa nascida em 2006. Em Abril passado os Deolinda foram distinguidos com o Prémio da revista britânica Songlines.

A banda esteve este ano em digressão internacional, passando por países como os EUA, Suécia, Bélgica e Holanda e no início do próximo ano o grupo prepara-se para uma estreia nos Coliseus, a 22 de Janeiro no Porto e a 29 em Lisboa.

O projecto musical surgiu em 2006 quando os irmãos Pedro da Silva Martins e Luís José Martins convidaram a prima, Ana Bacalhau, então vocalista dos Lupanar, para cantar quatro canções.

Ao grupo juntou-se José Pedro Leitão, também dos Lupanar e assim nasceram os Deolinda. Em 2008 o grupo lança o  disco de estreia, "Canção ao Lado".

Desde esse momento a popularidade dos Deolinda disparou,  tendo o disco alcançado o ouro ,  a platina e a dupla platina,  o que corresponde à venda de mais de 40 mil unidades , seguindo-se depois o seu lançamento no mercado europeu.

Um convite:

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Slimmy

Não faço as coisas para chocar”
Chama-se “Be someone else” o novo álbum de Slimmy. O músico garante que está mais maduro , mas que persegue com o trabalho a que estamos habituados. “Não faço as coisas para chocar”, avisa em entrevista ao jornal Metro.
Slimmy apareceu há dois anos no panorama musical português ,mas já deixou marcas, não só a nível musical (a sua música chegou a series de televisão como o CSI), mas também pela indumentária. Agora temos  “Be someone else” para continuar a história. 
O álbum “reflecte o amadurecimento, uma maior estabilidade a nível mental. Embora mantenha a minha irreverência”, explicou o músico ao jornal Metro. Slimmy garante, contudo, que o que importa é “fazer músicas que as pesssoas possam cantar e letras que as pessoas possam entender. Não faço as coisas para chocar”, garante.
As músicas reflectem experiências do dia a dia de Slimmy. “Há uma balada , “I can´t live without you in this town”, que é dedicada a uma rapariga do Texas que conheci em 2004,…

Go Graal Blues Band no "Luso Vintage"

Hoje em dia fazer música na língua de Shakespeare é tarefa fácil, mas o mesmo não acontecia em 1975, quando Portugal enquanto democracia acabava de nascer, quando ainda vigoravam valores nacionais como os três grandes F’s (Fado, Fútebol, Fátima).

Texto de Patrícia Rodrigues
Foi neste cenário marcado pelo obscurantismo cultural e desconfiança do estranho que surgiram os “Go Graal Blues Band”. O grupo marcou pela musicalidade contagiante e uma alegria e optimismo próprios da cultura americana, que se definia cada vez mais como um estilo próprio de vida.
E foi assim que, após um nascimento atribulado, um grupo de rapazes na casa dos vinte decidiu reunir-se para tocar e cantar Blues, sendo eles: Paulo Gonzo (voz e harmónica), João Allain (guitarra solo), Raúl Barrigas dos Anjos (bateria), Augusto Mayer (harmónica), António Ferro (baixo), João Esteves (guitarra) e José Carlos Cordeiro (voz principal).
Apesar do curto percurso de oito anos e várias mudanças no seu line-up, a banda…

Freddy Krueger

Pesadelo em Elm Street regressa aos cinemas
Nos anos 80, o imaginário de muitos adolescentes era atormentado por um homem que lhes  aparecia nos sonhos  e se tornava o maior pesadelo mortal de sempre. Chamava-se Freddy Krueger. Em 2010 está de volta para nos tirar o sono. E não é fruto da nossa imaginação.



A personagem criada por Wes Craven (que não aprovou este regresso), volta ao cinema neste remake do primeiro filme da saga, de 1984.  
Mais uma vez a história repete-se. Pesadelo em Elm Street acompanha os adolescentes Nancy, Kris, Quentin, Jesse e Dean, que vivem em Elm Street.
Durante a noite, todos têm tido o mesmo sonho sobre um homem com uma camisola vermelha e verde, um chapéu velho, uma cara desfigurada e uma luva com lâminas. No sonho ouvem uma assustadora voz, que chama por eles.
Depois da morte do primeiro adolescente percebem que o que acontece nestes pesadelos acontece na vida real. Por isso vão fazer todos os esforços para não adormecer e tentar descobrir por que fazem par…