Avançar para o conteúdo principal

Altered Images em Modo Pop

Link da imagem

No modo pop desta semana a viagem aterra novamente nos anos oitenta. O grupo? Altered Images? Argumento? "I could be happy". E nós somos "happy" ao ouvir este tema, e muitos foram certamente os felizardos a beneficiar desta new wave , hoje aqui de visita.

Texto de Irene Leite

Falar em Altered Images envolve New Wave e Clare Grogan, a talentosa vocalista do grupo, que nos inícios dos anos oitenta também dava cartas no cinema (participou no filme "Gregory´s Girl",  em 1980).  O seu carisma e beleza onduziram rapidamente a jovem para o estrelato.

Tudo começou em 1979, depois de estabelecidos os primeiros contactos com Scots Michael "Tich" Anderson (bateria) , Tony McDaid (guitarra) e Johnny McElhone (baixo). Quatro amigos de escola influenciados pela cena indie na Inglaterra pós punk, dispostos a arriscar numa carreira musical.

Um aspecto muito importante na história dos Altered Images é o contacto com Siouxie and the Banshees , que lhes valeu a abertura de um concerto da banda em Glasgow. Estávamos em Junho de 1980. O grupo saiu-se bem e seguiu na estrada com a  banda punk rock, à boleia da tour "kaleidoscope".  A benção do icónico radialista John Peel ajudou na solidificação da credibilidade de Clare Grogan e companhia. Estavam reunidas as condições para o grupo deslocar-se para os estúdios.

Com "Happy Birthday" (1981) saíram temas como "Love and Kisses" ou "Real Toys" . Seguiu-se "Pinky Blue", com êxitos como "I Could be happy" ou "See those eyes". A carreira da banda  terminava em 83 com um último álbum: "Bite", que ficou bastante aquém dos últimos dois trabalhos.

O tema que propomos ao nosso leitor situa-se na fase de ouro dos Altered Images , que em "I could be happy"  conseguem encher o nosso imaginário de alegria , com direito a indumentária muito colorida. Cuidado , porque é dia de coração na boca e razão a flutuar. Sabe bem não sabe?



Comentários

Mensagens populares deste blogue

Slimmy

Não faço as coisas para chocar”
Chama-se “Be someone else” o novo álbum de Slimmy. O músico garante que está mais maduro , mas que persegue com o trabalho a que estamos habituados. “Não faço as coisas para chocar”, avisa em entrevista ao jornal Metro.
Slimmy apareceu há dois anos no panorama musical português ,mas já deixou marcas, não só a nível musical (a sua música chegou a series de televisão como o CSI), mas também pela indumentária. Agora temos  “Be someone else” para continuar a história. 
O álbum “reflecte o amadurecimento, uma maior estabilidade a nível mental. Embora mantenha a minha irreverência”, explicou o músico ao jornal Metro. Slimmy garante, contudo, que o que importa é “fazer músicas que as pesssoas possam cantar e letras que as pessoas possam entender. Não faço as coisas para chocar”, garante.
As músicas reflectem experiências do dia a dia de Slimmy. “Há uma balada , “I can´t live without you in this town”, que é dedicada a uma rapariga do Texas que conheci em 2004,…

Go Graal Blues Band no "Luso Vintage"

Hoje em dia fazer música na língua de Shakespeare é tarefa fácil, mas o mesmo não acontecia em 1975, quando Portugal enquanto democracia acabava de nascer, quando ainda vigoravam valores nacionais como os três grandes F’s (Fado, Fútebol, Fátima).

Texto de Patrícia Rodrigues
Foi neste cenário marcado pelo obscurantismo cultural e desconfiança do estranho que surgiram os “Go Graal Blues Band”. O grupo marcou pela musicalidade contagiante e uma alegria e optimismo próprios da cultura americana, que se definia cada vez mais como um estilo próprio de vida.
E foi assim que, após um nascimento atribulado, um grupo de rapazes na casa dos vinte decidiu reunir-se para tocar e cantar Blues, sendo eles: Paulo Gonzo (voz e harmónica), João Allain (guitarra solo), Raúl Barrigas dos Anjos (bateria), Augusto Mayer (harmónica), António Ferro (baixo), João Esteves (guitarra) e José Carlos Cordeiro (voz principal).
Apesar do curto percurso de oito anos e várias mudanças no seu line-up, a banda…

Temos uma nova casa...Visitem-nos!

São quase 8 anos desta vida sonora. E ainda bem.
Em honra ao primeiro nome deste media, o eterno Som à Letra, criarei uma rubrica, na Scratch Magazine.

Por enquanto estamos a reunir arquivo mas contamos convosco. No âmbito da tese de mestrado vão ser analisados os anos I e II da publicação , que podem ser encontrados neste blogue e em cibersomaletra.blogspot.pt.

Para continuar a seguir a nossa "história" basta seguir o seguinte link:

scratchmag.org