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Vampire Weekend respondem a acusação sobre capa do novo álbum



O Vocalista do grupo , Ezra Koening, explicou em declarações ao NME (citado pela Blitz), que é a primeira vez que qualquer um deles [do grupo] é processado e que "ainda estamos a aprender como funciona. Não estamos a tentar ser misteriosos , mas imagino que nos próximos meses haverá muito que falar sobre isto.Dado que é a primeira vez, nós queremos fazer tudo correctamente".

A editora XL Recordings também apareceu em defesa da banda. Em comunicado, citado pelo site Cotonete, a empresa avança que "como é procedimento normal, a XL Recordings , a XL Recordinhs e o grupo licenciaram os direitos de usar a foto na capa de "Contra", certificando-se que cumpriam todas as garantias legais para o uso da foto".

«Agora que o processo foi accionado, esperamos ver o assunto resolvido em tribunal. E como é prática habitual, não iremos tecer quaisquer comentários antes das alegações em tribunal», diz ainda o documento.


 O outro lado da questão



Kennis afirma ainda que não percebe como é que a banda teve acesso à foto. «Foi tirada pela família.” Era uma polaroid, não uma fotografia de moda. A mãe dela [Kennis] era viciada em tirar polaroids. Costumava vender as fotografias a lojas, por cinco euros a centena, por exemplo. Também pode ter sido uma doação para caridade. Realmente não sabemos... Ela não faz ideia como é que aquela foto foi parar às mãos do fotógrafo», comentou o advogado da queixosa ao EW, citado pelo site Cotonete.

«A afirmação de Miss Kennis de que não lhe tirei a fotografia é absolutamente falsa. Tirei a foto em 1983. O instantâneo esteve na minha posse durante 26 anos, até ser entregue aos Vampire Weekend», respondeu o fotógrafo Tod Brody.


O processo segue agora para os tribunais, restando aguardar por novos desenvolvimentos.

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