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Malcontent


Um grupo “apaixonadamente sónico”


Chamam-se Malcontent, são do Porto , estão a um passo do palco super bock , super rock  preload,  e não têm papas na língua. O grupo que se revela “apaixonadamente sónico” , diz que é “possivel fazer boa música”. Os Malcontent disparam e o Som à Letra rende-se.

O grupo é constituído por Sérgio Costa (voz, guitarras), André Couto (baixo) Edgar Moreira (sintetizadores) e Filipe Pereira (baterias).

Tudo começou em “finais de 2006 quando o vocalista e guitarrista Sérgio Costa decidiu começar a gravar demos de temas originais”, começam por explicar os Malcontent ao Som à Letra.

“A ideia ganhou maior consistência, cada vez mais temas e ideias foram surgindo e os convites a amigos de longa data para a formação de uma banda foram quase inevitáveis”.

No incio de 2007 nascem os Malcontent. Em dois anos editaram três promo-singles(aggressive, it's all in your mind e scream dream)  , sem o objectivo de comercializar.

Em 2009 é a vez de lançamento do álbum “Love the Gun”.

 Porquê Malcontent?

“É um nome como outro qualquer, passível de múltiplas interpretações”, dizem os Malcontent. O Som à Letra aventura-se à prova de bala.

Malcontent traduzido literalmente significa descontente, o que vai de encontro às canções do grupo,  que para além de  bem fortes ao comando de um som agressivo, estão envolvidas numa atmosfera nostálgica , bebida de bandas como Jesus and Mary Chain, Joy Division ou Nine Inch Nails. Nomes de peso para música de estalo.

O álbum “Love the Gun”

Chama-se “Love the Gun” o primeiro álbum dos Malcontent, lançado no ano passado em edição de autor, começando a ser “efectivamente comercializado” este ano.

Este primeiro registo discográfico pode ser adquirido nas lojas habituais, ou em yeah music  entre outras plataformas de rede.

“Quem ouve o nosso disco fica muito surpreendido e sublinhamos a frase que mais escutamos sobre o nosso trabalho: "mais ninguém faz música como a vossa em Portugal", contam entusiasmados.

O grupo enviou material para várias editoras, mas foi confrontado com o "silêncio" da maioria e obtivemos apenas uma resposta... negativa. É demonstrativo do estado a que o mercado chegou...”, comentam.

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