A partir de 3 Janeiro de 2011 o Som à Letra vai trabalhar (também em regime provisório) em cibersomaletra.blogspot.com.
Obrigada a todos e como sempre , aguardamos a vossa visita.
Sábado, 1 de Janeiro de 2011
Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010
Fim da primeira etapa do Som à Letra
31 de Dezembro de 2010
Em Dezembro de 2009 o Som à Letra já tinha nascido , mas contava apenas com quatro meses de vida, com facebook em stand by e público escasso. Não havia ainda equipa e muito menos certezas. Só havia (e continua a existir em eterna quantidade) muita vontade de trabalhar.
E foi essa enorme vontade de trabalhar que deu origem ao ciclo que hoje termina. Mas nada não teria sido feito sem os nossos leitores. O ponto de partida para a comunicação e crescimento foi o facebook , o blogspot (a casa provisória) e claro , os nossos conteúdos : o ciberjornal.
Ao longo do ano a estrutura do ciberjornal foi sendo definida em conjunto com o nosso público. Começamos com o Retro Star (agora Luso Vintage) às segundas feiras , o Momento Super Pop (agora Modo Pop) às terças , e assim sucessivamente. Uma rubrica para cada dia da semana.
Ao longo do ano apercebi-me que decididamente não tinha jeito para dar nomes a categorias (mesmo!) . E a quem pedi ajuda? A vocês, claro. Juntos definimos o Som à letra, um media digital já formado e prestes a transformar-se em site cultural de referência , sempre numa lógica lúdica, informativa e didáctica ,e com o leitor em primeiro lugar. O balanço é óptimo um ano depois. O salto no desconhecido valeu muito a pena.
Comecei com 100 leitores e terminei em equipa com cerca de 7000. Vamos para 2011 em regime de mudanças: segunda casa provisória (mais organizada e bonita, va), livro de estilo , e categorias completamente definidas, para além da edição em PDF e programa radiofónico.
Desejos? O (bendito!) site, um público cada vez mais fiel e melhoria progressiva do nosso trabalho e claro, muito Som à Letra.
E se no ano passado fechavamos 2009 com os "Racing rats" , 2010 termina com a "Cat People":
E a viagem sonora continua em 2011.
Muito obrigada por tudo.A vitória é nossa (equipa do Som e do nosso público).
Feliz Ano Novo!!
Irene Leite
Em Dezembro de 2009 o Som à Letra já tinha nascido , mas contava apenas com quatro meses de vida, com facebook em stand by e público escasso. Não havia ainda equipa e muito menos certezas. Só havia (e continua a existir em eterna quantidade) muita vontade de trabalhar.
E foi essa enorme vontade de trabalhar que deu origem ao ciclo que hoje termina. Mas nada não teria sido feito sem os nossos leitores. O ponto de partida para a comunicação e crescimento foi o facebook , o blogspot (a casa provisória) e claro , os nossos conteúdos : o ciberjornal.
Ao longo do ano a estrutura do ciberjornal foi sendo definida em conjunto com o nosso público. Começamos com o Retro Star (agora Luso Vintage) às segundas feiras , o Momento Super Pop (agora Modo Pop) às terças , e assim sucessivamente. Uma rubrica para cada dia da semana.
Ao longo do ano apercebi-me que decididamente não tinha jeito para dar nomes a categorias (mesmo!) . E a quem pedi ajuda? A vocês, claro. Juntos definimos o Som à letra, um media digital já formado e prestes a transformar-se em site cultural de referência , sempre numa lógica lúdica, informativa e didáctica ,e com o leitor em primeiro lugar. O balanço é óptimo um ano depois. O salto no desconhecido valeu muito a pena.
Comecei com 100 leitores e terminei em equipa com cerca de 7000. Vamos para 2011 em regime de mudanças: segunda casa provisória (mais organizada e bonita, va), livro de estilo , e categorias completamente definidas, para além da edição em PDF e programa radiofónico.
Desejos? O (bendito!) site, um público cada vez mais fiel e melhoria progressiva do nosso trabalho e claro, muito Som à Letra.
E se no ano passado fechavamos 2009 com os "Racing rats" , 2010 termina com a "Cat People":
E a viagem sonora continua em 2011.
Muito obrigada por tudo.A vitória é nossa (equipa do Som e do nosso público).
Feliz Ano Novo!!
Irene Leite
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Som à letra
Espaço "The Indies"
O vinil e a descoberta da música
Não é a primeira vez que falo sobre os discos de vinil, já que a primeira crónica que escrevi enquanto colaborador do “Som à Letra” foi precisamente sobre este tema: “A segunda vida do vinil”. Desta feita a abordagem é diferente na medida em que vou relembrar o tempo em que comecei ouvir e a gostar de música, quando o vinil ainda era um formato popular, daí o tema desta crónica: “O vinil e a descoberta da música”.
O vinil ocupa de facto um cantinho no meu coração, fazendo parte das boas recordações de criança. Recordo-o com especial carinho, não tanto na fase infantil (quem não se lembra da Ana Faria e os queijinhos frescos?), mas um pouco mais tarde quando comecei a gostar da mesma música dos adultos: Tina Turner, Phil Collins, Madonna ou Wham!.
A idade infantil começava a ficar para trás e de repente, parecia que tinha entrado na idade adulta, sem o ser, só pelo facto de estar a ouvir outro tipo de música. Lembro-me que pedir aos pais para me comprarem um disco era uma aventura. A persistência era a principal arma que tinha ao meu dispor, obrigando-os a passarem inúmeras vezes pela loja de música do centro comercial só para lhes mostrar qual era o próximo disco que eu queria.
Depois era só esperar, a altura do ano e o orçamento familiar ditavam as regras, juntando a boa disposição do momento e lá vinha o tão desejado vinil. Não se tratando de um bem de primeira necessidade não era coisa que entrasse em casa todas as semanas, mas quando mo ofereciam era, de facto, um momento especial, sendo o mesmo posto a tocar até à exaustão.
Tal como hoje, as colectâneas que reúnem os melhores êxitos já eram uma realidade e também uma opção económica para quem queria ter mais música pelo mesmo dinheiro. Pedir um álbum original que na altura custava cerca de 1.000$00, o mais certo era receber um single de 250$00, e já podia dar-me por muito satisfeito.
Daí que, em meados dos Anos 80, as colectâneas eram de facto a melhor escolha. O Verão, mas sobretudo o Natal eram as épocas fortes e cada editora tinha a sua. Ao longo desta década houve uma série de colectâneas que se mantiveram no mercado com bastante regularidade como o Jackpot, o Polystar, o Superdisco, o Hit Parade e o Top Genius, assim como outras mais efémeras. Esperar na altura pelos comerciais a anunciar na TV as colectâneas de Natal é o equivalente aos dias de hoje a aguardar pelas confirmações dos nomes para os festivais de Verão.
Provavelmente a primeira que tive foi o Jackpot 84, que na capa tinha uma imagem de um microcomputador e de uma televisão a fazer de monitor. Com 2 discos pelo preço de 1, música não faltava e dos 28 Super Tops anunciados constavam nomes como Queen, Trovante, Limahl, John Waite, Duran Duran ou Joe Cocker.
Quanto aos álbuns originais, remetidos para a categoria de prendas menos comuns, ficavam para ocasiões do tipo aniversários ou quando se tirava uma boa nota na escola. Recordo-me bem de alguns dos primeiros álbuns que tive, como “Born In The USA” de Bruce Springsteen, “Revenge” dos Eurythmics ou “Circo de Feras” dos Xutos & Pontapés. Ainda hoje fazem parte da minha colecção de vinil, pese embora o facto de já não tocarem há uma boa vintena de anos.
Receber um disco de vinil era, como já referi, um momento especial. A vontade de chegar a casa para o pôr a tocar vezes sem conta, ajustar as rotações certas, sob pena do som sair distorcido e tentar acertar a agulha do gira-discos no bordo do disco sem a estragar ou mesmo limpar os discos com um paninho, eram rituais que se perderam com a introdução do CD, muito mais funcional.
A própria dimensão das capas dos discos de vinil conferia-lhes “sex appeal” que o CD jamais igualaria. Se bem que a geração actual começa a ter alguma consciência do que é o vinil e a sentir curiosidade devido ao regresso deste a algumas lojas de música, o que é certo é que durante o período em que praticamente desapareceu das lojas, principalmente na segunda metade da década de 90, cheguei a ouvir “malta nova” dizer coisas do género: “esta cena toca?”, julgando tratar-se de um objecto de decoração devido ao seu maior tamanho em relação ao CD.
Apesar do surgimento deste, a década de 80 seria ainda dominada pelo disco de vinil, embora as vendas evidenciassem já uma desaceleração. À medida que os Anos 80 se aproximavam do fim o CD começava a ganhar cada vez mais protagonismo, que viria a consolidar-se definitivamente na década de 90.
No início desta ainda era relativamente fácil encontrar vinil nas prateleiras das lojas, mas num ápice o grande disco preto (digo preto porque também existiam noutras cores) parecia que tinha desaparecido definitivamente. Foi nessa altura que fiz a transição para o CD sem grande dor, ao aceitar com bastante naturalidade o fim de um ciclo e o início de outro. Por muitas saudades que tivesse do vinil, o facto de serem cada vez mais difíceis de encontrar, empurrava-me inevitavelmente para o CD.
Para além disso o CD era “trendy”, prático de pôr a tocar, muito mais portátil e ainda tinha a fama de possuir melhor som e de ser virtualmente indestrutível, mitos (sobretudo os dois últimos) que ao longo do tempo se foram desvanecendo.
Passados quase vinte anos e voltar a ver de novo o vinil nas prateleiras das lojas é, por momentos, regressar ao passado, ao tempo em que a música começou a fazer parte da minha vida.
Não é a primeira vez que falo sobre os discos de vinil, já que a primeira crónica que escrevi enquanto colaborador do “Som à Letra” foi precisamente sobre este tema: “A segunda vida do vinil”. Desta feita a abordagem é diferente na medida em que vou relembrar o tempo em que comecei ouvir e a gostar de música, quando o vinil ainda era um formato popular, daí o tema desta crónica: “O vinil e a descoberta da música”.
Por Bruno Vieira
O vinil ocupa de facto um cantinho no meu coração, fazendo parte das boas recordações de criança. Recordo-o com especial carinho, não tanto na fase infantil (quem não se lembra da Ana Faria e os queijinhos frescos?), mas um pouco mais tarde quando comecei a gostar da mesma música dos adultos: Tina Turner, Phil Collins, Madonna ou Wham!.
A idade infantil começava a ficar para trás e de repente, parecia que tinha entrado na idade adulta, sem o ser, só pelo facto de estar a ouvir outro tipo de música. Lembro-me que pedir aos pais para me comprarem um disco era uma aventura. A persistência era a principal arma que tinha ao meu dispor, obrigando-os a passarem inúmeras vezes pela loja de música do centro comercial só para lhes mostrar qual era o próximo disco que eu queria.
Depois era só esperar, a altura do ano e o orçamento familiar ditavam as regras, juntando a boa disposição do momento e lá vinha o tão desejado vinil. Não se tratando de um bem de primeira necessidade não era coisa que entrasse em casa todas as semanas, mas quando mo ofereciam era, de facto, um momento especial, sendo o mesmo posto a tocar até à exaustão.
Tal como hoje, as colectâneas que reúnem os melhores êxitos já eram uma realidade e também uma opção económica para quem queria ter mais música pelo mesmo dinheiro. Pedir um álbum original que na altura custava cerca de 1.000$00, o mais certo era receber um single de 250$00, e já podia dar-me por muito satisfeito.
Daí que, em meados dos Anos 80, as colectâneas eram de facto a melhor escolha. O Verão, mas sobretudo o Natal eram as épocas fortes e cada editora tinha a sua. Ao longo desta década houve uma série de colectâneas que se mantiveram no mercado com bastante regularidade como o Jackpot, o Polystar, o Superdisco, o Hit Parade e o Top Genius, assim como outras mais efémeras. Esperar na altura pelos comerciais a anunciar na TV as colectâneas de Natal é o equivalente aos dias de hoje a aguardar pelas confirmações dos nomes para os festivais de Verão.
Provavelmente a primeira que tive foi o Jackpot 84, que na capa tinha uma imagem de um microcomputador e de uma televisão a fazer de monitor. Com 2 discos pelo preço de 1, música não faltava e dos 28 Super Tops anunciados constavam nomes como Queen, Trovante, Limahl, John Waite, Duran Duran ou Joe Cocker.
Quanto aos álbuns originais, remetidos para a categoria de prendas menos comuns, ficavam para ocasiões do tipo aniversários ou quando se tirava uma boa nota na escola. Recordo-me bem de alguns dos primeiros álbuns que tive, como “Born In The USA” de Bruce Springsteen, “Revenge” dos Eurythmics ou “Circo de Feras” dos Xutos & Pontapés. Ainda hoje fazem parte da minha colecção de vinil, pese embora o facto de já não tocarem há uma boa vintena de anos.
Receber um disco de vinil era, como já referi, um momento especial. A vontade de chegar a casa para o pôr a tocar vezes sem conta, ajustar as rotações certas, sob pena do som sair distorcido e tentar acertar a agulha do gira-discos no bordo do disco sem a estragar ou mesmo limpar os discos com um paninho, eram rituais que se perderam com a introdução do CD, muito mais funcional.
A própria dimensão das capas dos discos de vinil conferia-lhes “sex appeal” que o CD jamais igualaria. Se bem que a geração actual começa a ter alguma consciência do que é o vinil e a sentir curiosidade devido ao regresso deste a algumas lojas de música, o que é certo é que durante o período em que praticamente desapareceu das lojas, principalmente na segunda metade da década de 90, cheguei a ouvir “malta nova” dizer coisas do género: “esta cena toca?”, julgando tratar-se de um objecto de decoração devido ao seu maior tamanho em relação ao CD.
Apesar do surgimento deste, a década de 80 seria ainda dominada pelo disco de vinil, embora as vendas evidenciassem já uma desaceleração. À medida que os Anos 80 se aproximavam do fim o CD começava a ganhar cada vez mais protagonismo, que viria a consolidar-se definitivamente na década de 90.
No início desta ainda era relativamente fácil encontrar vinil nas prateleiras das lojas, mas num ápice o grande disco preto (digo preto porque também existiam noutras cores) parecia que tinha desaparecido definitivamente. Foi nessa altura que fiz a transição para o CD sem grande dor, ao aceitar com bastante naturalidade o fim de um ciclo e o início de outro. Por muitas saudades que tivesse do vinil, o facto de serem cada vez mais difíceis de encontrar, empurrava-me inevitavelmente para o CD.
Para além disso o CD era “trendy”, prático de pôr a tocar, muito mais portátil e ainda tinha a fama de possuir melhor som e de ser virtualmente indestrutível, mitos (sobretudo os dois últimos) que ao longo do tempo se foram desvanecendo.
Passados quase vinte anos e voltar a ver de novo o vinil nas prateleiras das lojas é, por momentos, regressar ao passado, ao tempo em que a música começou a fazer parte da minha vida.
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The Indies
Quinta-feira, 30 de Dezembro de 2010
Top 100-Playlist Som à Letra -parte IV
Vanguardismo: Artista em destaque
The Legendary Tigerman
Link da imagem
76-kings of Leon-Use somebody
77- Swans-Love will tear us apart
78- James-She´s a star
79-Skunk Anansie-Secretly
80-Prince-Purple Rain
81-James Brown-Papa´s got a brand new bag
82- Pink Floyd-Money
83-Massive Attack-Teardrop
84-Gotan Project-Una musica brutal
85-Pearl Jam-Just breathe
86- MGMT-kids
87-Urge Overkill-Girl you´ll be a woman soon
88-Rodrigo Leão-Vida tão estranha
89-Air-Venus
90-Manic Street Preachers- Motorcycle emptiness
91- LCD Soundystem-Drunk girls
92-INXS-Mistify
93-Tindersticks-My oblivion
94-PJ Harvey-Good fortune
95-Kings of Convenience-I´d rather dance with you
96-Magnetic Fields-all my little words
97-Nancy Sinatra-Let me kiss you
98-PIL-Rise
99-Garbage-Milk
100-Psychedelic Furs-The Ghost in you
The Legendary Tigerman
Link da imagem
76-kings of Leon-Use somebody
77- Swans-Love will tear us apart
78- James-She´s a star
79-Skunk Anansie-Secretly
80-Prince-Purple Rain
81-James Brown-Papa´s got a brand new bag
82- Pink Floyd-Money
83-Massive Attack-Teardrop
84-Gotan Project-Una musica brutal
85-Pearl Jam-Just breathe
86- MGMT-kids
87-Urge Overkill-Girl you´ll be a woman soon
88-Rodrigo Leão-Vida tão estranha
89-Air-Venus
90-Manic Street Preachers- Motorcycle emptiness
91- LCD Soundystem-Drunk girls
92-INXS-Mistify
93-Tindersticks-My oblivion
94-PJ Harvey-Good fortune
95-Kings of Convenience-I´d rather dance with you
96-Magnetic Fields-all my little words
97-Nancy Sinatra-Let me kiss you
98-PIL-Rise
99-Garbage-Milk
100-Psychedelic Furs-The Ghost in you
Top 100-Playlist Som à Letra -parte III
Vanguardismo:Grupo em destaque
MGMTLink da imagem
51-Queens of The Stone Age-no One Knows
52-Pixies-Here Comes Your Man
53-The Who-Baba O´riley
54-Stooges- I want be your dog
55-Radiohead-Karma Police
56-The The-Uncertain Smile
57-Tom Petty and The Heartbreakers-Refugee
58-Morissey-Irish Blood, English Heart
59- Lloyd Cole & the Commotions - Charlotte Street
60-Kraftwerk-Model
61- The Horrors-Mirror´s image
62-Kaiser Chiefs-Ruby
63-The Killers-Spaceman
64-Janis Joplin-Piece of My Heart
65-Patti Smith-Because the Night
66-Bruce Springsteen-Fire
67-She Wants Revenge -Tear you apart
68-GNR-Efectivamente
69-Heróis do Mar-Só gosto de ti
70-Robert Plant-Little by little
71- The Mothers of Invention-Som of Suzy Creamcheese
72-The Cars-My best friends girl
73- António Variações-Canção do engate
74-Blondie-Sunday girl
75-Love and Rockets-So alive
MGMTLink da imagem
51-Queens of The Stone Age-no One Knows
52-Pixies-Here Comes Your Man
53-The Who-Baba O´riley
54-Stooges- I want be your dog
55-Radiohead-Karma Police
56-The The-Uncertain Smile
57-Tom Petty and The Heartbreakers-Refugee
58-Morissey-Irish Blood, English Heart
59- Lloyd Cole & the Commotions - Charlotte Street
60-Kraftwerk-Model
61- The Horrors-Mirror´s image
62-Kaiser Chiefs-Ruby
63-The Killers-Spaceman
64-Janis Joplin-Piece of My Heart
65-Patti Smith-Because the Night
66-Bruce Springsteen-Fire
67-She Wants Revenge -Tear you apart
68-GNR-Efectivamente
69-Heróis do Mar-Só gosto de ti
70-Robert Plant-Little by little
71- The Mothers of Invention-Som of Suzy Creamcheese
72-The Cars-My best friends girl
73- António Variações-Canção do engate
74-Blondie-Sunday girl
75-Love and Rockets-So alive
Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2010
TOP 15- Nacional ( A selecção do Som à letra)
Os Golpes
Link da Imagem
1-Legendary Tigerman-These boots are made for walking
2-Os Golpes-Vá lá Senhora (com Rui Pregal da Cunha)
3-Deolinda-Um contra o Outro
4-Linda Martini-Casa Ocupada
5-Camané-A guerra das Rosas
6- Mão Morta-Novelos da Paixão
7-Pop Dell Arte-Ritual Transdisco
8-Orelha Negra-Blessed
9-Blind Zero-Snow girl
10-Rita Redshoes-Captain of my soul
11-Noiserv- Mr Carousel
12-Virgem Suta-Linhas Cruzadas
12-B Fachada -Há festa na moradia
14-Diabo na Cruz-Dona Ligeirinha
15-Paulo Praça-Um amor alheio
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1-Legendary Tigerman-These boots are made for walking
2-Os Golpes-Vá lá Senhora (com Rui Pregal da Cunha)
3-Deolinda-Um contra o Outro
4-Linda Martini-Casa Ocupada
5-Camané-A guerra das Rosas
6- Mão Morta-Novelos da Paixão
7-Pop Dell Arte-Ritual Transdisco
8-Orelha Negra-Blessed
9-Blind Zero-Snow girl
10-Rita Redshoes-Captain of my soul
11-Noiserv- Mr Carousel
12-Virgem Suta-Linhas Cruzadas
12-B Fachada -Há festa na moradia
14-Diabo na Cruz-Dona Ligeirinha
15-Paulo Praça-Um amor alheio
20 Temas internacionais marcantes de 2010 ( A selecção do Som À Letra)
Link da imagem
1-Arcade Fire-The Suburbs
2-Interpol-Lights
3-Vampire Weekend-Horchata
4-Black Keys-Tighten up
5-These New Puritans-War
6-Grinderman-Palaces of Montezuma
7-Antony and the Johnsons-Thank you for your love
8-Massive Attack-Paradise Circus
9-Karen Elson-The ghost who walks
10-Cut Copy-Where I´m Going
11-Gorilaz-On a Melancholy hill
12-Cystal Castles-Celestica
13-Hot Chip-One life stand 14-Crystal Castles feat Robert Smith-Not in love
15-Hurts-Wonderful Life
16- Best Coast-Boyfriend
17-Hot Chip-One life stand
18-Belle and Sebastian-write about love
19-Janelle Monáe-Tightrope (feat Big Boi)
20-Caribou-Odessa
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